Uma notícia alvissareira!

A empresa Ethernit já tem aprovado o fabrico de telhas que pode ser utilizada na geração fotovoltaica, cujo lançamento no mercado está previsto para o meados de 2021. Caso essa tecnologia seja competitiva e em se tratando de um produto, creio, com tecnologia iminentemente nacional, constitui-se em uma notícia alvissareira, visto que os equipamentos para geração fotovoltaica fabricados no nosso ambiente ainda têm um custo alto. Fica evidenciado, também, a redução do custo de execução do projeto. Torcemos pelo sucesso. Também é uma janela de oportunidade para que a pesquisa sobre esse tipo de telha avance ainda mais!

Um metodologia simples para avaliar o potencial de um local para geração fotovoltaica

É de senso comum que o mundo vem experimentando uma revolução quanto à busca de fontes primárias de energia impelido pelas exigências de serem mais amigáveis com o meio ambiente. Desta forma, as transações comerciais e econômicas entre os países, com destaque os mais desenvolvidos, cada vez mais trazem no seu escopo a obrigatoriedade de serem menos impactantes aos recursos ofertados pela natureza. Em especial, no caso brasileiro, que é privilegiado pela extraordinária matriz com predomínio das fontes alternativas e renováveis, ganha relevância as de origem solar, como a geração fotovoltaica, que cresce no nosso ambiente em torno de 2 vezes, em média, nos últimos anos. O segmento residencial apresenta um crescimento sustentado na fotovoltaica, pois os consumidores vislumbram uma uma alternativa para se resguardarem contra a chamada inflação do KWh consumido, que é um dos mais altos do mundo. O intuito desse material é, portanto, contemplar e orientar esses importantes clientes na instalação própria de energia, principalmente um sistema on-grid, através de uma metodologia muito simples para poderem avaliar quanto à decisão na aquisição e no investimento nesse tipo de empreendimento. O parâmetro utilizado será apenas o do KWh consumido e terá como exemplo uma unidade residencial de porte médio, com característica que abrange um percentual bastante relevante do nosso país.

Exemplo:

  1. Localização – residência da região oeste do Município do Rio de Janeiro;
  2. Tipo de cliente: Grupo B – residencial;
  3. Tipo de ligação: Trifásica;
  4. Concessionária que abrange a região: Light S/A;
  5. Consumo médio mensal: CMM = 320 KWh por mês;
  6. Custo de disponibilidade (CD) : É um custo mínimo pago à concessionária para dispor, a qualquer hora, de fornecimento de energia elétrica o consumidor, sendo considerado os seguintes valores por mês: Ligação monofásica – 30 KWh; bifásica – 50KWh e trifásica – 100 KwH;
  7. Energia de compensação (EC) : É aquela que efetivamente será tomada como base para o dimensionamento do sistema de geração fotovoltaica: EC = CMM – CD = 320 – 100 = 220 KWh por mês;
  8. Energia de compensação diária (ECD) : ECD = 220/30 = 7,4KWh/dia;
  9. Irradiação solar diária ( Hora solar de pico – HSP) em KWh/m²dia : No caso do Rio de Janeiro é de 5,00 (HSP) com uma boa aproximação;
  10. Potência de pico do gerador fotovoltaico : Wp = ECD/HSP = 7400 Wp/5 = 1480 Wp = 1,5 KWh ( arredondando);
  11. Número de módulos : Nm = 1480/500 = 3 ( considerando cada módulo de 500 Wp) – Implica em disponibilidade de área livre de aproximadamente de 8 metros quadrados;
  12. Custo para desenvolvimento dos projetos e execução: Considerando que cada 1wp custa $3 ( dólares americanos) temos um total de $4,500 que em reais a R$5,30/dólar é igual a R$23800,00;
  13. Tempo de retorno do investimento (pay pack) : Para avaliação de um economia de R$2640,00 /Ano obtemos : 23800/2640 = 9 anos. Há que observar que o real está muito desvalorizado e que, digamos, uma relação de R$4,60/dólar, o pay pack cai para 7,8 anos. Um sistema fotovoltaica dura em média 25 anos. Portanto, após a amortização do investimento, durante 16 a 18 anos passar acumular considerável valor em real.

O barato pode sair caro!

Estou entre aqueles que a dita lei de Murphy que diz: ” Se alguma coisa de tem chance de dar errada dará”, pertence apenas ao folclore dos ditos populares. Se fosse verdadeira as cidades seriam uma eterna fogueira, em virtude das inúmeras gambiarras elétricas espalhas pelos diversos recantos. Como já tive oportunidade de salientar, há estatísticas dos corpos de bombeiros que apontam as sobrecargas e os curto-circuitos como os causadores dos incêndios. As perdas elétricas calculadas pela lei de Joule atingem números inacreditáveis. Economia em cabos certamente não é nada aconselhável. Deve-se sim fazê-la através da elaboração de um projeto que tem preocupação, no mínimo, o que recomendam as normas técnicas. Também de forma não menos importantes, a opção por equipamentos que tenham uma eficiência e eficácia, melhor possível, disponível no mercado. Como epílogo: O consumidor deve contratar profissionais que tenham formação e experiência na execução e manutenção de instalações elétricas. É apenas uma questão de bom senso!

A cultura do não desperdício!

O que nos deixa impressionados que até hoje há necessidades de publicações para que seja criada uma consciente de que o desperdício de energia em todos os segmentos da sociedade ainda atinge um nível alarmante. Concordo que a energia mais barata é aquele que deixamos de desperdiçá-la. Lembro-me do famigerado apagão de 2001 quando a nação passou pela necessidade premente do uso racional dos recursos energéticos. Por incrível que parece, o setor que melhor respondeu a campanha fora o residencial. Logo após o período de racionamento continuou esse segmento com o melhor desempenho na redução do consumo de energia. Se cotejamos os custos do MWh pagos pelo residencial é fácil concluir que subsidia o comercial e, principalmente, o industrial. Podemos afirmar, sem exagero, que a maioria esmagadora dos empreendimentos produtivos tem potencial de redução do desperdício com uma ordem de grandeza nada desprezível. As perdas térmicas por falta de isolação em tubulações atingem a bilhões de reais. Mesmo com o avanço célere das inovações tecnológicas das máquinas e equipamentos elétricos mais eficientes, ainda há grande “gordura” a ser eliminada. Transformadores, motores eficientes assistidos por os inversores de frequência são exemplos da contribuição dos estudos de pesquisa e desenvolvimento. Os projetos de climatização de ambientes também apresentaram um grande evolução tecnológica. Temos a termo-acumulação; o uso da energia térmica primária geocêntrica para sistema de geração de frio e vice versa. Como um exemplo corriqueiro, foi o banimento das chamadas lâmpadas incandescentes, embora tardia. Eram verdadeiro sorvedouros de energia. Tinham um rendimento de apenas 5%. Por fim, embora seja uma luta árdua e permanente, conclamamos que toda a sociedade, sem distinção, adquirida de forma natural a cultura do uso com parcimônia dos recursos que a natureza nos fornece. Como recado final: É BEM MAIS BARATO INVESTIR NA ELIMINAÇÃO E/OU DESPERDÍCIO DE ENERGIA! VALE TAMBÉM PARA A ÁREA DO ALIMENTO!

Realidade dispensa sofisma!

Este é um assunto que deve, sempre, estar presente em Site/Blog.

Lemos e ouvimos de profissionais que preferem ser chamados de ‘educadores”, ao invés de sê-lo de professor, dando opinião, às vezes revestidas de quem jamais teve oportunidade de labutar dentro de uma sala de aula e que sequer sabem montar um plano de aula e de curso, onde a realidade nua e crua acontece nas unidade escolas de ensino básico do nosso país. Fui professor, por mais de três décadas, no ensino básico e também superior. Tive oportunidade de exercer as atividades docentes em sala e também como coordenador de disciplinas. Como uma das últimas funções, foi diretor adjunto da Escola Técnica República com 5 mil alunos nos três turnos escolares, sendo a maior unidade do Sistema Faetec, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação/RJ. Já está mais do que provado, sem necessidade da elaboração teoria, muita das vezes, descolada da realidade que uma escola exige, demanda e prioriza uma boa biblioteca; salas confortáveis, portanto, acolhedora; laboratórios bem equipados com abrangência às todas as disciplinas; sanitário como um mínimo de decência para utilização; tudo isso aliado a um bom projeto político-pedagógico que também incentive uma intenso vínculo com os familiares do corpo discente, e por último, não menos importante, um plano de carreira que valorize figura central para o sucesso do complicado ensino-aprendizagem, que é a do Professor. O resto, mesmo com boas intenções, é para inglês ver.

A forca da energia solar em tempos de pandemia.

 Fontes alternativas de energiaGTDMercadoSustentabilidade

Pandemias, guerras, crises e revoluções, embora tragam impactos desafiadores para a humanidade a curto e médio prazos, também funcionaram historicamente como catalisadores do desenvolvimento econômico e social de sociedades. Em tempos difíceis, como nestes momentos históricos e transformadores, a inovação e a evolução tecnológica ganham protagonismo e aceleram a superação dos desafios. Historiadores nos lembram que “germes, armas e aço” possuem papeis determinantes nos modelos de sociedade que vivemos atualmente.

Créditos: Shutterstock

Neste cenário global de crise sanitária, causada pelo novo coronavírus, alguns setores da economia já começam a mostrar a sua força e o seu potencial de desenvolvimento acelerado, de transformação. É o caso da energia solar fotovoltaica. No Brasil e no mundo, esta fonte limpa, renovável e competitiva tem sido elencada dentre as principais apostas de governantes, entidades e empresas para a retomada do crescimento econômico no pós-pandemia.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 6 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe R$ 31 bilhões em novos investimentos privados ao País, tendo gerado mais de 180 mil empregos acumulados.

Somente nos primeiros seis meses de 2020, a solar fotovoltaica foi responsável pela geração aos brasileiros de mais de 41 mil empregos, mesmo com a queda da atividade econômica decorrente da pandemia da Covid-19.

De janeiro a junho deste ano, o setor adicionou 1.381 megawatts (MW) em capacidade instalada, o que representa um crescimento de 30,6% frente ao histórico consolidado até o final de 2019. Nestes seis meses, foram atraídos novos investimentos privados ao Brasil de R$ 6,5 bilhões. Com isso, os empreendimentos fotovoltaicos já operacionais proporcionaram uma arrecadação agregada de R$ 2,5 bilhões em tributos aos cofres públicos em 2020.

Nosso País possui um dos melhores recursos solares do planeta e, com isso, tem assumido uma posição cada vez mais destacada no desenvolvimento e uso da tecnologia fotovoltaica. Segundo apuração da ABSOLAR, com base em dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o Brasil assumiu a 16ª posição no ranking mundial da fonte solar fotovoltaica. Com isso, ingressamos no TOP 20 dos países com mais capacidade instalada da fonte em operação, somando as grandes usinas centralizadas e os pequenos sistemas distribuídos em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e no setor público.

Dados da ABSOLAR apontam que o Brasil avançou 5 posições do final de 2018 até o final de 2019, atingindo um total acumulado de 4.533 MW no período. Apenas em 2019, foram adicionados 2.120 megawatts (MW), impulsionados pelo avanço da geração distribuída, que instalou 1.470 MW, e seguidos de 650 MW de geração centralizada. Com isso, o Brasil fechou o ano de 2019 com R$ 24,1 bilhões em investimentos privados acumulados na fonte solar fotovoltaica, tendo gerado mais de 134 mil empregos acumulados desde 2012. Apenas no ano de 2019, o setor trouxe ao Brasil R$ 10,7 bilhões em novos investimentos e mais de 63 mil empregos.

O ranking mundial é liderado pela China, seguida do Japão, Estados Unidos e Alemanha, com destaque para o crescimento significativo da Índia no período. No caso brasileiro, em 2017, o País ocupava a 27ª posição. Já em 2018, saltou para 21° e, no último exercício, subimos para o 16° lugar.
Apesar da positiva subida do Brasil no ranking, o País permanece aquém de seu potencial solar, quando comparado às demais fontes renováveis. Há muitos anos, estamos entre as dez principais nações nas fontes hídrica (2º lugar), biomassa (2º lugar) e eólica (8º lugar). Porém, na fonte solar ainda não atingimos sequer o TOP 10 no mundo. Temos totais condições de chegar lá e mudar este quadro: o avanço recente do mercado mostra que ainda há um oceano de oportunidades para quem quer trabalhar e empreender neste mercado no Brasil.

Em menos de 10 anos, a fonte solar fotovoltaica se tornou a renovável mais competitiva do País, um feito histórico no setor elétrico brasileiro. Com isso, passou a representar uma forte locomotiva para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios sistêmicos para todos os consumidores.

O Brasil tem muito a ganhar com o crescimento da energia solar fotovoltaica e deve avançar cada vez mais, para se tornar uma liderança mundial no setor. Para enfrentarmos as múltiplas crises sanitária, econômica, social e ambiental que as sociedades do século XXI têm pela frente, a solar fotovoltaica será parte estratégica da solução.

Escrito por: Rodolfo Meyer (CEO do Portal SolarRodrigo Sauaia (CEO da ABSOLAR) e Ronaldo Koloszuk (presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR).

Meus comentários:

Embora tenhamos um potencial invejável de disponibilidade de KWh/m² e o crescimento apurado seja muito bom, percebemos que ainda falta uma visão macro de agentes do governo e da ANEEL e não compreendemos o porquê não reconhecer as vantagens competitivas que a natureza nos brindou. Insistem em impor taxas que pode dificultar esse tsunami que o apelido ” do bem”. Até achamos razoável taxar através da TUSD, pela óbvia facilidades que o sistema de distribuição oferta para a disseminação da geração fotovoltaica distribuída. Quanto aplicar a mesma lógica para a TUST soa incompreensível. Os benefícios inerentes da GD são tecnicamente evidentes, como por exemplo, diminuição das perdas técnicas e postergação de investimentos para expansão da nossa capacidade instalada do Sistema Nacional Interligado. Está havendo uma pressão do setor de óleo e gás para construção de usina termoelétrica, embora os custos de geração já sejam compatíveis com as demais fontes tradicionais, têm o seu custo aumentado pela manutenção, operação e armazenagem do combustível, fora o já estudado e exaurido custos ambientais. Embora também reconhecemos que não existe geração de energia que não impacte, o mínimo que seja, o meio ambiente. Bem, esperamos que o bom senso prevaleça e obstáculos escusos não sejam colocados no caminho da promissora geração solar fotovoltaica.

A inteligência artificial não espera!

É uma caminho natural que vai tomando conta de todos os segmentos produtivos da sociedade: primeiro, segundo e terceiro setores. É a inteligência artificial em favor da eficiência e eficácia do meios de produção. Mas, para que não fiquemos a reboque dessa evolução, o Brasil precisa decidir, para ontem, qual o modelo a ser adotado para a internet 5G. Nesse segmento, os aspectos políticos não podem ser um fator decisivo. Sou daqueles que tem um pragmatismo quando se trata do interesse prioritário do país, ou seja, a frase amigos, amigos! negócios à parte, nunca foi tão atual. Não acredito nessa história de que há nações amigas e, sim, prevalência da ótica econômica e financeira. O mundo não espera e no caso brasileiro urge que o governo federal faça a esperada licitação pública e internacional para definir, logo, qual a tecnologia a ser adotada. Não podemos ser eternos importadores de tecnologia já ultrapassada. Exemplo emblemático: O fabrico dos automotivos autônomos e, por aí vai para todos as atividades tecnológicas que clamam pelo embarca da tecnologia de automação!

O importante desenvolvimento das Estações de carregamento das baterias.

Cada vez mais aparecem novidades ligadas à tecnologia das baterias. As do tipo íon-lítio vem ganhando espaço em relação a chumbo-ácido em termos de ser mais amigável no que se refere aos impactos no Meio Ambiente, hoje, uma preocupação que está caminhando como se fora uma condição imprescindível, por exemplo nas transações do Brasil com o exterior. Vide a pauta do agronegócio quanto a produtos que tiveram como origem locais que infringiram as regras de preservação da natureza local. Outro aspecto também do ganho da tecnologia é quanto ao tamanho, peso e autonomia das baterias e, não menos importante, o seu custo. Os carros elétricos, cuja escala de produção vem se expandido de forma célere, ainda têm o custo final agravado pelo da baterias. Para essas estações vislumbramos também o grande potencial como uso de eletropostos para carregamento de baterias, tanto na sua disseminação no centros urbanos e autoestradas, bem como em condomínios residenciais, shoppings etc. Dá também um grande contribuição para o avanço da geração solar fotovoltaica off grid. Que as concessionárias e distribuidoras de energia elétrica ponham as “barbas de molho” que o avanço da fotovoltaica é inexorável! Como exemplo! Carregam-se as baterias no período fora da ponta e as utiliza na ponta, onde o preço da energia elétrica é muito maior.

Mais um importante colaboração para a geração solar fotovoltaica off gride e para o Meio Ambiente!

As baterias de íons de lítio são mais ecológicas do que as baterias de chumbo-ácido? Por que substituí-las?

Fernanda TrindadeFernanda Trindade | 23 de outubro de 2018 | 1.846 visitas

As baterias de íons de lítio são mais ecológicas do que as baterias de chumbo-ácido? Por que substituí-las?

eSala com racks de servidor

Nos dias de hoje, a sustentabilidade empresarial não é só uma questão de responsabilidade ambiental e social, ela tem grande peso nas tomadas de decisão estratégica das empresas, principalmente na escolha de seus produtos, equipamentos e parceiros de serviços.

Existem muitas maneiras diferentes de considerar se um produto é ambientalmente mais amigável do que outro. No caso de baterias, estudando os modelos utilizados em nossos equipamentos UPS, conseguimos identificar que baterias de íons de lítio não contêm materiais perigosos em sua composição, ou seja, nocivos ao seres humanos ou prejudiciais à natureza. Já a composição das baterias de chumbo-ácido é essencialmente chumbo, ácido sulfúrico e materiais plásticos, na qual o chumbo está presente na forma de chumbo metálico, ligas de chumbo, bióxido de chumbo e sulfato de chumbo, e ao ser descartada de forma errada e entrar em contato com a natureza, pode trazer prejuízos ao meio ambiente e a nossa saúde.

Se compararmos perdas durante a operação (ou seja, a energia usada para manter a carga da bateria), não há uma grande diferença nas perdas operacionais entre os dois sistemas, pois as baterias de íons de lítio precisam de menos energia do que as de chumbo-ácido para mantê-las carregadas. O ciclo de carga de uma bateria de íons de lítio é 90% mais eficiente, contra 80 a 85% para uma bateria de chumbo-ácido. Além disso, as baterias de chumbo-ácido descarregam-se a uma taxa mais alta do que o íon de lítio. Esses ganhos em eficiência, no entanto, são compensados ​​pela necessidade de as baterias de íons de lítio terem um sistema de gerenciamento de bateria (BMS) para proteção contra curto-circuito e sobrecarga. Este sistema de monitoramento consome energia, portanto as perdas operacionais (energia) totais são muito semelhantes entre os dois sistemas.

Outro ponto positivo para as baterias íons de lítio é o espaço físico a ser utilizado, que consegue reduzir em até um 1/3 do utilizado em uma solução com baterias convencionais.

Baseando-se nesta pequena análise acima, podemos afirmar que a bateria de íons de lítio é mais sustentável do que as baterias convencionais, uma vez que elas contêm materiais seguros para serem reciclados, não agredindo assim o meio ambiente, e que sua vida útil é de 2 a 3 vezes maior do que as baterias de chumbo-ácido.

Pensando nisto, a Schneider Electric oferece um portfólio de baterias de íons de lítio à disposição de nossos clientes, e uma oferta de substituição de baterias de chumbo ácida (tradicional) por esta nova tecnologia, verificando a possibilidade de acordo com o equipamento.

A equipe de Serviços da Schneider está preparada para analisar e avaliar, e propor a melhor solução de substituição de baterias para o seu UPS, além de garantir a coleta e descarte ecologicamente apropriado das baterias antigas

Novos materiais para a instalações aparentes, uma evolução!

A opção por instalações aparentes ainda é uma alternativa muito pouco utilizada, sobretudo nas residências. Em construções de Campi Universitários, como da Fundação Universidade de Brasília, algumas indústrias com caraterísticas bem específicas, que não compromete a segurança sob diversos aspectos, com por exemplo, em locais cuja exposição de instalações elétricas não é recomendada. Nunca podemos esquecer do chamado rompimento do arco elétrico, que um fenômeno físico físico sempre presente, quando se abre e fecha um circuito. O cuidados são equipamentos providos de câmaras de extinção de arco elétrico que sigam rigoroso projeto em aderência pelo menos às normais técnicas que tratam desse importante requisito técnico. No que tange especificamente sobre a opção por instalações aparentes, com obediência às citadas condicionantes de segurança, vejo como um passo importante para facilitação das intervenções de manutenção por antecipação que é aquela que os livros não a designam culturalmente, mas é uma das mais importantes, pois ela é pensada no desenvolvimento dos projetos hoje nos aplicativos da informática (softwares) . Antes se daria na famosa e tradicional prancheta. As manutenção preditivas; preventivas e corretivas, pois, é óbvio que a acessibilidade pela intervenções de manutenção são sobejamente privilegiadas. As instalações da geração fotovoltaica já possui um perfil que se adéqua a opção pela aparente e, portanto, material de boa qualidade ajuda a disseminá-la ainda mais.