Nem oito nem oitenta!

Como sempre, tem que haver o necessário equilíbrio!Temos lidos com grande satisfação que a capacidade instalada brasileira de geração fotovoltaica, que tem a predominância dos consumidores residenciais, vem aumentando também no segmento dos grandes consumidores. Não é novidade para quem estuda o assunto que os consumidores residenciais pagam uma energia que subsidia os segmentos comerciais e, sobretudo, o industrial. Portanto, essa mudança pode, sem ser utópico, contribuir para que a chamada “inflação do KWh” para os residenciais tenha um crescimento mais justa. O potencial desse país é enorme para expandir a sua capacidade instalada na fonte solar. É evidente que tudo nada vida tem que ter a dosagem do equilíbrio , ou seja, nem oito e nem oitenta. As chamadas fazendas solares não podem sacrificar terras férteis para produção do agronegócio, segmento no qual o Brasil é um dos grandes protagonistas. Já é um assunto que merece um estudo profundo e cuidadoso. Está aqui um bom tema para as dissertações e teses de mestrado e doutorado.

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