Porque da Opção?

Por que da opção?
Na sua campanha antecipada pela reeleição, agora como opção prioritária e preferencial pelo norte e nordeste, o presidente Bolsonaro inaugura, hoje, a usina termoelétrica Porto de Sergipe, com a utilização de gás importado. A pergunta que se faz: O que é feito do nosso gás natural associado dos poços de petróleo? A além dessa incongruência, os compêndios de estudo sobre esse tipo de usina mostram com exaustão que não é a melhor opção em termos de custos de geração do MWh e correção quanto aos menores impactos no meio ambiente. A estranheza é ainda maior quando as fontes alternativas e renováveis de energia como a eólica que tem um excelente potencial nessas regiões e a geração solar fotovoltaica que cresce no nosso país em torno de 2 a 3 vez por ano.Essas fontes de energia podem ser grande utilizada nos períodos secos devido à alternativa bastante interessante de utilizá-las para atender a base elétrica do Sistema Interligado de Energia, beneficiando na compensação do acúmulo de água nos reservatórios das regiões Sul e Sudeste. Brasil um país estranho!

Mesmo com todas as contradições, não podemos desperdiça o nosso potencial!

Os acontecimentos no contexto mundial, ao longo dos séculos, mostram-nos que a História não admite saltos e é desta forma também que se dá a evolução de uma Nação do estágio em desenvolvimento para a condição de uma Nação considerada de primeiro mundo, no que tange aos aspectos sociais; econômicos; estabilidade política e, sobretudo, educacional etc. Cada País tem suas peculiaridades, e o Brasil, com seus 520 anos de história, teve como limiar, para a consolidação de seu imenso território e desenvolvimento, as Capitanias Hereditárias, cuja implantação com seus respectivos benefícios e/ou, digamos, malefícios, são motivos de grande controvérsia nos meios acadêmicos, onde se concentram os grandes estudiosos desse assunto, e também, de outros segmentos formadores de opinião. É inexorável que somos uma Nação privilegiada pela “Mãe Natureza”, com extensa costa marítima e uma capilaridade de rios navegáveis invejável; planícies e montanhas verdejantes; fauna e flora que nos concedem uma biodiversidade ímpar, portanto, sem similar no Universo; um clima predominantemente tropical e hospitaleiro; sem registros de grandes eventos de intempéries da Natureza, como terremoto, maremoto, raros vendáveis classificados de considerável intensidade. Ou seja, temos tudo para vislumbrarmos uma futuro promissor para o Brasil. Mas, como tudo não são flores no caminho de um ser humano e também de um Nação, vivemos momentos espasmódicos de evolução e retrocesso. Algumas  das causas, desses instantes de retrocesso que presenciamos, são de simples diagnóstico, e, sem maiores pretensões, nos arvoramos em apontá-las: 1ª) Uma perversa distribuição de renda que reproduz, em escala menor, os números que impressionam de que 85 pessoas mais ricas do mundo acumulam riqueza equivalente à metade da população mundial, ou seja, 3,5 bilhões de cidadãos. Ou, por um outro ponto de vista: 1% dos mais ricos tem renda semelhante a 50% da mundial e os “restantes” 99% absorvem os outros 50%. O País mais justo em termos de distribuição de renda é a Holanda, seguida dos Países Nórdicos. Pasmem!, Os Estados Unidos, paradigma do capitalismo, têm uma distribuição um pouco melhor do que a brasileira, uma das piores no contexto mundial. 2ª) O sistema educacional, que abrange os ensino fundamental; médio e superior, eternamente mergulhado em uma crise, tem um diagnóstico desalentador. É só verificar o desempenho pífio de nossos estudantes no PISA ( Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes do Ensino Básico) que é coordenado pela OCDE ( Organização para Coordenação e Desenvolvimento Econômico), ambos na sigla em inglês. Aguardemos o resultado dos novos exames, já realizados. No já citado Ensino Superior, o panorama também não é animador. Hoje, nesse meio acadêmico que se pressupõe que existe para a formação de recursos humanos de alta qualificação, vive, ciclicamente, paralisações, e percebam o absurdo, com uma pauta contendo reclamações que vai das carências prevalentes de recursos financeiros para as atividades fins de ensino e pesquisa, até às corriqueiras, porém necessárias e indispensáveis funções meios, de higiene e limpeza e segurança. 3ª) Infraestrutura que compreende as rodovias; aeroportos, neste caso com algumas melhoras em virtude do evento da Copa de 2014; ferrovias, em estados lastimável,  e portos, os quais clamam por projetos de modernização, objetivando diminuir os chamados custos Brasil. No caso especial dos portos, sabemos que o País possui cerca de 8.000 Km de vias navegáveis, incluindo as rotas marítimas e fluviais e, portanto, não é compreensível que este privilégio concedido pela Natureza não é devidamente explorado em toda a sua potencialidade com a abrangência e a prioridade adequadas. A moderna tecnologia de automação disponível em navios de porte médio e grande e suas velocidades de deslocamento tornam bastante atrativos esses tipos de transportes em termos de custos e segurança das cargas deslocadas quando confrontado, principalmente, com o terrestre. 4ª) A segurança, outra demanda considerada prioritária pela sociedade, apresentam números estarrecedores, típicos de uma Nação envolvida em contenciosos de guerras. As causas tem merecido profundos diagnósticos de cientistas sociais; sociólogos; antropólogos e exige solução polêmica e de grande complexidade. 5ª) O Sistema de Saúde, cujo modelo SUS representa, sob a nossa modesta opinião, um dos mais desenvolvidos do mundo e que vem se destacando no combate à Covid-19 é objeto de intensa discussões para encontrar solução para obter recursos para financiá-lo, mas todos sabemos que a má gestão das unidades hospitalares é a tônica que predomina.  Há muitos países que já adotaram um gerenciamento profissional, com a formação de Recursos Humanos em Administração Hospitalar, com nível de pós-graduação. Existe vasta bibliografia internacional sobre áreas de conhecimento de gestão de empreendimentos aplicadas a esse segmento de suma importância, com realce, para as camadas mais pobre da população. Não se trata de uma visão que prioriza a privatização do setor, pelo contrária, busca sim melhorar sua eficiência e eficácia, com a implantação de modernas metodologias de gestão dos tributos e contribuições que são recolhidos dos cidadãos em prol da Saúde Pública. 6ª) O País necessita de líderes nos segmentos das Casas Legislativas dos níveis Municipais; Estaduais e Federal e nos poderes executivos que tenham uma postura de estadistas, figura que há décadas a Nação carece, de modo que possa enfrentar, sem maiores traumas, essa quadra difícil que na economia e na política o Brasil está experimentando. Não podemos também menosprezar o fato de que o Congresso Nacional e o Legislativo representam um síntese da sociedade brasileira. 7º) Como é indispensável que se tenha uma ótica otimista para superar quaisquer momentos de dificuldades, citamos a existência de Instituições que nos causam um certo alento como: A Embrapa ( Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) que nos coloca como um País líder no Agronegócio e celeiro no contexto mundial; Embraer ( Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.) que constrói Aviões comerciais; executivos; agrícolas e militares de alta tecnologia embarcada e tem grande respeitabilidade no segmento no mundo; Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz) que faz pesquisa de ponta  no desenvolvimento de fármacos, principalmente, no combate às doenças tropicais que afetam a nossa população mais carentes de recursos financeiros e que também desempenha um papel suma importância no desenvolvimento e fabrico de drogas e vacinas para o combate à pandemia que vitima toda a humanidade. 8º) Saibamos explorar mais um benefício da Natureza, que nos contemplou com uma matriza energética predominantemente renovável, com destaque a Eólica e a Solar Fotovoltaica. Como epílogo, como sonhar não é proibido e sem pieguice, desejamos que a nossas Escolas sejam acolhedoras; uma fábrica de cidadãos cônscios de seus direitos e deveres. Aquelas que tenham o tratamento de joia rara no seio de uma comunidade; onde o clima predominante seja o respeito  à figura do Professor; que nos conduzam aos primeiros lugares no ranking do desenvolvimento humano e da educação, portanto, que nos tornem verdadeiros e orgulhosos campeões mundiais e olímpicos. As Escolas dos nossos sonhos sejam aquelas que valorizem a vida e respeitem as diferenças e que vejam na família a protagonista para a formação de uma sociedade que dignifique a honradez e a ética nas relações humanas. Sejam aquela que tenham nos seus murais: ” Brasil é o primeiro em educação e em desenvolvimento humano no cenário mundial.”

A minha paixão em ensinar e a opção em favor da natureza!

Tenho uma sólida formação universitária na área de engenharia elétrica/eletrônica, mestrado em ciências de engenharia pela COPPE/UFRJ e mais três cursos de pós-graduação em nível de MBA. Tenho uma longa experiência nas áreas de engenharia e docência por mais de três décadas. Tive o privilégio de ajudar a formar mais de 20000 alunos de 1º, 2 e 3º graus e sou apaixonado pelo que faço. Hoje a minha grande paixão é trabalhar com fontes alternativas e renováveis de energia, com foco sobretudo em geração de energia solar fotovoltaica que a classifica como a do futuro e a mais democrática, pois não estratifica as pessoas e brilha para qualquer residência por mais humilde que seja. Vislumbro que essa energia, que cresce 3 vezes ao ano em sua capacidade instalada no Brasil, predominará no mundo, sendo que somos um país privilegiado em nosso matriz energética predominantemente renovável. Tenho em mente ajudar irradiá-la pelo Brasil. Os créditos de carbono estão aí e nós o aproveitamos muito pouco. Os grandes condomínios residenciais e o parques fabris têm um enorme potencial a ser explorado. As futuras gerações e a natureza ficaram imensamente agradecidas.

O protagonismo do bom senso!

Cada vez mais se expande a geração solar fotovoltaica, tanto que se refere a sua capacidade instalada e nos aspectos da pesquisa e inovação. É muito bom que apareçam novos inversores e também módulos de maiores potências. Menos áreas disponíveis serão necessárias, o que representa um requisito e diferencial importantes para a célere expansão da fotovoltaica. Como já tive oportunidade de comentar e salientar, a chamada geração fotovoltaica de solo não pode secundarizar terrenos com características preciosas para o estupendo setor do agronegócio. Não se trata de uma especulação e/ou um mero exercício de uma futurologia rasteira. Hoje, o Brasil é um protagonista nessa área e com essa triste pandemia, quando todo o mundo sofre desafios inigualáveis nos últimos cem anos. o setor do agronegócio tem sido o nosso “carro chefe” nas nossas contas de exportação e contribui, preponderantemente, para a diminuição e/ou saldo da balança comercial. Alimentação no mundo é e sempre será a prioridade número um e que dispensa maiores comentários. Está aí um desafios a ser enfrentado pela disseminação da geração fotovoltaica. O bom senso, com de hábito, tem que prevalecer!

Um horizonte límpido!

Um horizonte límpido!
Notícias nas áreas da pesquisa e inovação são muito alvissareiras. Temos uma avalanche que a chamo do bem, porque a solar possui um perfil de convívio, harmônico com a natureza, invulgar. É lógico que não existe nenhuma fonte que não tenha o mínimo impacto no meio ambiente. É ilusão pensar ao contrário. No caso dos insumos e equipamentos da geração solar fotovoltaica essa “agressão” é menos danosa, pois grande parte são recicláveis. Como por exemplo, a esmagadora maioria dos insumos para o fabrico dos módulos solares. Identifico um problema realmente que tem que ser tratado com o devido cuidado. São a manipulação, manutenção e descarte das baterias, que é público e notório que possuam elementos de grande potencial perigosos para as pessoas e o meio ambiente. Vide o programa Luz para todos da Eletrobras, com um grande números de baterias espalhadas pelas comunidades rurais. A chamada geração fotovoltaica Off Grid.A solar fotovoltaica crescerá com grande volúpia e terá a expansão da sua utilização cujo limite é o céu. Desculpe-me pela a exaustão do meu Slogan: É a mais democrática fonte primária geradora de energia. Ele é responsável pelo nascedouro de praticamente de 100% de outras fontes primárias. Sou um aficionado e apaixonado pela energia solar fotovoltaica.

A eficiência energética e a fotovoltaica.

Por que somos sempre muito atrasados em aplicar o óbvio? Trabalho com eficiência energética  há anos. Em 1994 foi precursor de programa de eficiência energética do Centro de Tecnologia da UFRJ, quando mandei colar nas salas de aula uma figura com uma lâmpada incandescente para chamar atenção com a seguinte frase: A luz que você apagada a UFRJ não paga. Tornou-se famosa. Em seguida fui coordenado de 3 ciclos de projetos de eficiência energética em parceria com a Concessionária de Energia. A UFRJ é um dos maiores consumidores de energia da Concessionária, possui diversos campi universitários espalhados pela Cidade Universitária e pela cidade do Rio de Janeiro. As indústrias eletro-intensivas são clientes preferenciais em projeto de eficiência energética. Está provado que é muito mais econômico investir em eficiência energética, cujo retorno é garantido e que ajuda a modernizar o parque da empresa. No Brasil a miopia continua. Há exemplo de prédios mal projetados cujo custo de operação a cada dois anos gasta em energia, por exemplo, para climatizá-lo, o equivalente para construir um prédio novo de mesmo porte. Outro assunto de grande importância é contrato de fornecimento de energia elétrica junto à Concessionária. Se mal feito pode representar um prejuízo de milhões de reais. A energia solar pode ser uma alternativa muito interessante para diminuir os custos de fornecimento de energia. Enfim, há um vasto campo de aplicação dos conceitos do usos eficiência de energia elétrica, inclusive nas nossas residências. Essa cultura é polarizadora e deve ser disseminada nas escolas de ensino básico. O mundo está exigindo posturas que preservem o meio ambiente. Os créditos de carbono estão aí para serem obtidos com uma excelente fonte de renda. Cada tonelada evitada aufere, em média, 5 dólares americanos.  

A energia solar uma avalanche do Bem!

A energia solar fotovoltaica já funciona como uma avalanche do bem impossível de se deter. Independente de quaisquer tipos de vinculação político-partidária, há que aplaudir a isenção dos impostos de importação dos insumos e produtos ligados ao setor que fora assinada pela Presidente da República. O que é bom para o Brasil temos que apoiar. Esperamos que o Congresso Nacional tenha um comportamento altivo e não se deixe levar pelos os lobbies de concessionárias e distribuidoras na versão final da resolução 482 que lá tramita. Há grande aflição e expectativa dos empreendedores sobre esse assuntos. Além de estar ocupando uma das vanguardas e protagonismo com um dos grandes geradores de empregos, sabemos também para cada R$ 1 investidos retorna R$ 3. Desculpem-me da imodesta! A frase que diz ser a mais democrática energia fornecida pela mãe Natureza, de nossa simples autoria, pois não estratifica o cidadão por mais humilde que seja o seu lar, já está sendo disseminada e inclusive li um artigo escrito pelos CEO’S da Absolar usando esse termo. Quem tiver vontade e oportunidade pode constatar nos meus artigos que disponibilizo nesse meu site/blog. A frase “Dá a Cezar o que é de Cezar ainda vale!

A geração solar fotovoltaica e os arcos elétricos.

A corrente contínua exige material específico.
Novos cabos específicos para a geração fotovoltaica constituem um passo importante para dar maior segurança nessas instalações que trabalham com geração de corrente contínua, que é uma tecnologia ainda pouco difundida em todos os segmentos consumidores. Os arcos elétricos nesse tipo de corrente têm caraterística mais perigosa e,por isso, materiais usados que foram submetidos a ensaios específicos e possuem o devido certificado ajudam a disseminar a fotovoltaico. Aquele velho ditado: ” A primeira impressão é que fica”. Essa tecnologia de geração está em franco desenvolvimento e precisa se consolidar com uma excelente alternativa para o consumidor. Afinal de contas, é o mais interessado e deve ser preservado.

O bom senso indica que não pode conter o avanço da Tecnologia!

Existem nichos no Brasil que podem ajudar a alavancar a disseminação da fotovoltaica que são os prédios públicos, os campi universitários, centro de pesquisas e as demais escolas do ensino básico. A maioria sabe que já existe um decreto presidente da época do FHC que determina que os prédios do governo federal são obrigados a montar um Comissão Interna de Conservação de Energia (CICE), (acho esse termo inapropriado visto que energia não se perde, portanto, gosta mais do termo uso racional de energia). Pouca se fala sobre a implantação dessa comissão. É aquele lugar comum: O Brasil não carece de leis e sim de quem as obedecem. A energia fotovoltaica de GD é uma extraordinária tecnologia de combate ao desperdício de energia, pois diminui sobremaneira as perdas técnicas, e os chamados “gatos de energia”, que representam uma sangria e é um dos fatores que motivam termos também um custo de MWh um dos mais caros do mundo, que representa uma grande contradição em virtude da nossa matriz energética ser predominantemente renovável. A fotovoltaica representa também uma janela muito boa de oportunidade para o desenvolvimento de pesquisa e tecnologia, pois há uma importação massiva da China de equipamentos e equipamentos para a tecnologia fotovoltaica. Nunca nos esqueçamos que somos abundantes em silício, um das matérias primas para o fabrico de módulos solares. Embora haja grande lobby das Concessionárias e Distribuidoras, a luta contra o avanço dessa tecnologia é inglória para eles, para bem do Brasil e da natureza. Lembremos que energia solar é a fonte que dá origem a praticamente a 100% das demais!

Não podemos ir contra o mundo desenvolvido!


Ainda bem que o bom senso predomínio! Lembro-me do Proinfa, programa da Eletrobras destinado às fontes alternativas de energias. Por incrível que pareça,
em torno de uma década, deixava de fora a geração fotovoltaica. Na
ocasião escrevi ao Professor Tomasquim, titular do programa de
Pesquisas Energéticas que estranhava tal ausência. De forma gentil,
respondera-me que brevemente a fotovoltaica seria incluída. O que
acontecera. Evidentemente longe de que isso fora a causa de sua
inclusão. Hoje, é inexorável que é a fonte mais promissora no mundo e
no Brasil não há o que duvidar! Cresce em torno de 200% ao ano, ou
seja, três vezes a sua capacidade instalada. No futuro muito próximo,
vislumbramos que os carros autônomos e elétricos da Tesla dos USA e de outros famosos marcas predominarão e, num futuro também muito próximo,
terão embarcado a tecnologia fotovoltaica. Já existe na França uma
auto-estrada com placas fotovoltaica e está em desenvolvimento e perto
de se consolidar uma tecnologia que permite a geração à noite.
Esperamos que o lobby das concessionárias e distribuidoras junto ao
Congresso Nacional não atrapalhe e crie obstáculo em modificações na
resolução 482, que está lá tramitando. Todos os empreendedores do
setor estão temendo que haja retrocesso. A expectativa é grande. No
país estamos desperdiçando uma enorme oportunidade em obter recursos
através do crédito de carbono, sobretudo na grandes empresas e
condomínios residenciais. São nichos ainda muito pouco explorados. As
próximas gerações e natureza ficarão gratas!