Realidade dispensa sofisma!

Este é um assunto que deve, sempre, estar presente em Site/Blog.

Lemos e ouvimos de profissionais que preferem ser chamados de ‘educadores”, ao invés de sê-lo de professor, dando opinião, às vezes revestidas de quem jamais teve oportunidade de labutar dentro de uma sala de aula e que sequer sabem montar um plano de aula e de curso, onde a realidade nua e crua acontece nas unidade escolas de ensino básico do nosso país. Fui professor, por mais de três décadas, no ensino básico e também superior. Tive oportunidade de exercer as atividades docentes em sala e também como coordenador de disciplinas. Como uma das últimas funções, foi diretor adjunto da Escola Técnica República com 5 mil alunos nos três turnos escolares, sendo a maior unidade do Sistema Faetec, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação/RJ. Já está mais do que provado, sem necessidade da elaboração teoria, muita das vezes, descolada da realidade que uma escola exige, demanda e prioriza uma boa biblioteca; salas confortáveis, portanto, acolhedora; laboratórios bem equipados com abrangência às todas as disciplinas; sanitário como um mínimo de decência para utilização; tudo isso aliado a um bom projeto político-pedagógico que também incentive uma intenso vínculo com os familiares do corpo discente, e por último, não menos importante, um plano de carreira que valorize figura central para o sucesso do complicado ensino-aprendizagem, que é a do Professor. O resto, mesmo com boas intenções, é para inglês ver.

A forca da energia solar em tempos de pandemia.

 Fontes alternativas de energiaGTDMercadoSustentabilidade

Pandemias, guerras, crises e revoluções, embora tragam impactos desafiadores para a humanidade a curto e médio prazos, também funcionaram historicamente como catalisadores do desenvolvimento econômico e social de sociedades. Em tempos difíceis, como nestes momentos históricos e transformadores, a inovação e a evolução tecnológica ganham protagonismo e aceleram a superação dos desafios. Historiadores nos lembram que “germes, armas e aço” possuem papeis determinantes nos modelos de sociedade que vivemos atualmente.

Créditos: Shutterstock

Neste cenário global de crise sanitária, causada pelo novo coronavírus, alguns setores da economia já começam a mostrar a sua força e o seu potencial de desenvolvimento acelerado, de transformação. É o caso da energia solar fotovoltaica. No Brasil e no mundo, esta fonte limpa, renovável e competitiva tem sido elencada dentre as principais apostas de governantes, entidades e empresas para a retomada do crescimento econômico no pós-pandemia.

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 6 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe R$ 31 bilhões em novos investimentos privados ao País, tendo gerado mais de 180 mil empregos acumulados.

Somente nos primeiros seis meses de 2020, a solar fotovoltaica foi responsável pela geração aos brasileiros de mais de 41 mil empregos, mesmo com a queda da atividade econômica decorrente da pandemia da Covid-19.

De janeiro a junho deste ano, o setor adicionou 1.381 megawatts (MW) em capacidade instalada, o que representa um crescimento de 30,6% frente ao histórico consolidado até o final de 2019. Nestes seis meses, foram atraídos novos investimentos privados ao Brasil de R$ 6,5 bilhões. Com isso, os empreendimentos fotovoltaicos já operacionais proporcionaram uma arrecadação agregada de R$ 2,5 bilhões em tributos aos cofres públicos em 2020.

Nosso País possui um dos melhores recursos solares do planeta e, com isso, tem assumido uma posição cada vez mais destacada no desenvolvimento e uso da tecnologia fotovoltaica. Segundo apuração da ABSOLAR, com base em dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), o Brasil assumiu a 16ª posição no ranking mundial da fonte solar fotovoltaica. Com isso, ingressamos no TOP 20 dos países com mais capacidade instalada da fonte em operação, somando as grandes usinas centralizadas e os pequenos sistemas distribuídos em residências, comércios, indústrias, propriedades rurais e no setor público.

Dados da ABSOLAR apontam que o Brasil avançou 5 posições do final de 2018 até o final de 2019, atingindo um total acumulado de 4.533 MW no período. Apenas em 2019, foram adicionados 2.120 megawatts (MW), impulsionados pelo avanço da geração distribuída, que instalou 1.470 MW, e seguidos de 650 MW de geração centralizada. Com isso, o Brasil fechou o ano de 2019 com R$ 24,1 bilhões em investimentos privados acumulados na fonte solar fotovoltaica, tendo gerado mais de 134 mil empregos acumulados desde 2012. Apenas no ano de 2019, o setor trouxe ao Brasil R$ 10,7 bilhões em novos investimentos e mais de 63 mil empregos.

O ranking mundial é liderado pela China, seguida do Japão, Estados Unidos e Alemanha, com destaque para o crescimento significativo da Índia no período. No caso brasileiro, em 2017, o País ocupava a 27ª posição. Já em 2018, saltou para 21° e, no último exercício, subimos para o 16° lugar.
Apesar da positiva subida do Brasil no ranking, o País permanece aquém de seu potencial solar, quando comparado às demais fontes renováveis. Há muitos anos, estamos entre as dez principais nações nas fontes hídrica (2º lugar), biomassa (2º lugar) e eólica (8º lugar). Porém, na fonte solar ainda não atingimos sequer o TOP 10 no mundo. Temos totais condições de chegar lá e mudar este quadro: o avanço recente do mercado mostra que ainda há um oceano de oportunidades para quem quer trabalhar e empreender neste mercado no Brasil.

Em menos de 10 anos, a fonte solar fotovoltaica se tornou a renovável mais competitiva do País, um feito histórico no setor elétrico brasileiro. Com isso, passou a representar uma forte locomotiva para o desenvolvimento sustentável, com geração de emprego e renda, atração de investimentos, diversificação da matriz elétrica e benefícios sistêmicos para todos os consumidores.

O Brasil tem muito a ganhar com o crescimento da energia solar fotovoltaica e deve avançar cada vez mais, para se tornar uma liderança mundial no setor. Para enfrentarmos as múltiplas crises sanitária, econômica, social e ambiental que as sociedades do século XXI têm pela frente, a solar fotovoltaica será parte estratégica da solução.

Escrito por: Rodolfo Meyer (CEO do Portal SolarRodrigo Sauaia (CEO da ABSOLAR) e Ronaldo Koloszuk (presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR).

Meus comentários:

Embora tenhamos um potencial invejável de disponibilidade de KWh/m² e o crescimento apurado seja muito bom, percebemos que ainda falta uma visão macro de agentes do governo e da ANEEL e não compreendemos o porquê não reconhecer as vantagens competitivas que a natureza nos brindou. Insistem em impor taxas que pode dificultar esse tsunami que o apelido ” do bem”. Até achamos razoável taxar através da TUSD, pela óbvia facilidades que o sistema de distribuição oferta para a disseminação da geração fotovoltaica distribuída. Quanto aplicar a mesma lógica para a TUST soa incompreensível. Os benefícios inerentes da GD são tecnicamente evidentes, como por exemplo, diminuição das perdas técnicas e postergação de investimentos para expansão da nossa capacidade instalada do Sistema Nacional Interligado. Está havendo uma pressão do setor de óleo e gás para construção de usina termoelétrica, embora os custos de geração já sejam compatíveis com as demais fontes tradicionais, têm o seu custo aumentado pela manutenção, operação e armazenagem do combustível, fora o já estudado e exaurido custos ambientais. Embora também reconhecemos que não existe geração de energia que não impacte, o mínimo que seja, o meio ambiente. Bem, esperamos que o bom senso prevaleça e obstáculos escusos não sejam colocados no caminho da promissora geração solar fotovoltaica.

A inteligência artificial não espera!

É uma caminho natural que vai tomando conta de todos os segmentos produtivos da sociedade: primeiro, segundo e terceiro setores. É a inteligência artificial em favor da eficiência e eficácia do meios de produção. Mas, para que não fiquemos a reboque dessa evolução, o Brasil precisa decidir, para ontem, qual o modelo a ser adotado para a internet 5G. Nesse segmento, os aspectos políticos não podem ser um fator decisivo. Sou daqueles que tem um pragmatismo quando se trata do interesse prioritário do país, ou seja, a frase amigos, amigos! negócios à parte, nunca foi tão atual. Não acredito nessa história de que há nações amigas e, sim, prevalência da ótica econômica e financeira. O mundo não espera e no caso brasileiro urge que o governo federal faça a esperada licitação pública e internacional para definir, logo, qual a tecnologia a ser adotada. Não podemos ser eternos importadores de tecnologia já ultrapassada. Exemplo emblemático: O fabrico dos automotivos autônomos e, por aí vai para todos as atividades tecnológicas que clamam pelo embarca da tecnologia de automação!

O importante desenvolvimento das Estações de carregamento das baterias.

Cada vez mais aparecem novidades ligadas à tecnologia das baterias. As do tipo íon-lítio vem ganhando espaço em relação a chumbo-ácido em termos de ser mais amigável no que se refere aos impactos no Meio Ambiente, hoje, uma preocupação que está caminhando como se fora uma condição imprescindível, por exemplo nas transações do Brasil com o exterior. Vide a pauta do agronegócio quanto a produtos que tiveram como origem locais que infringiram as regras de preservação da natureza local. Outro aspecto também do ganho da tecnologia é quanto ao tamanho, peso e autonomia das baterias e, não menos importante, o seu custo. Os carros elétricos, cuja escala de produção vem se expandido de forma célere, ainda têm o custo final agravado pelo da baterias. Para essas estações vislumbramos também o grande potencial como uso de eletropostos para carregamento de baterias, tanto na sua disseminação no centros urbanos e autoestradas, bem como em condomínios residenciais, shoppings etc. Dá também um grande contribuição para o avanço da geração solar fotovoltaica off grid. Que as concessionárias e distribuidoras de energia elétrica ponham as “barbas de molho” que o avanço da fotovoltaica é inexorável! Como exemplo! Carregam-se as baterias no período fora da ponta e as utiliza na ponta, onde o preço da energia elétrica é muito maior.

Mais um importante colaboração para a geração solar fotovoltaica off gride e para o Meio Ambiente!

As baterias de íons de lítio são mais ecológicas do que as baterias de chumbo-ácido? Por que substituí-las?

Fernanda TrindadeFernanda Trindade | 23 de outubro de 2018 | 1.846 visitas

As baterias de íons de lítio são mais ecológicas do que as baterias de chumbo-ácido? Por que substituí-las?

eSala com racks de servidor

Nos dias de hoje, a sustentabilidade empresarial não é só uma questão de responsabilidade ambiental e social, ela tem grande peso nas tomadas de decisão estratégica das empresas, principalmente na escolha de seus produtos, equipamentos e parceiros de serviços.

Existem muitas maneiras diferentes de considerar se um produto é ambientalmente mais amigável do que outro. No caso de baterias, estudando os modelos utilizados em nossos equipamentos UPS, conseguimos identificar que baterias de íons de lítio não contêm materiais perigosos em sua composição, ou seja, nocivos ao seres humanos ou prejudiciais à natureza. Já a composição das baterias de chumbo-ácido é essencialmente chumbo, ácido sulfúrico e materiais plásticos, na qual o chumbo está presente na forma de chumbo metálico, ligas de chumbo, bióxido de chumbo e sulfato de chumbo, e ao ser descartada de forma errada e entrar em contato com a natureza, pode trazer prejuízos ao meio ambiente e a nossa saúde.

Se compararmos perdas durante a operação (ou seja, a energia usada para manter a carga da bateria), não há uma grande diferença nas perdas operacionais entre os dois sistemas, pois as baterias de íons de lítio precisam de menos energia do que as de chumbo-ácido para mantê-las carregadas. O ciclo de carga de uma bateria de íons de lítio é 90% mais eficiente, contra 80 a 85% para uma bateria de chumbo-ácido. Além disso, as baterias de chumbo-ácido descarregam-se a uma taxa mais alta do que o íon de lítio. Esses ganhos em eficiência, no entanto, são compensados ​​pela necessidade de as baterias de íons de lítio terem um sistema de gerenciamento de bateria (BMS) para proteção contra curto-circuito e sobrecarga. Este sistema de monitoramento consome energia, portanto as perdas operacionais (energia) totais são muito semelhantes entre os dois sistemas.

Outro ponto positivo para as baterias íons de lítio é o espaço físico a ser utilizado, que consegue reduzir em até um 1/3 do utilizado em uma solução com baterias convencionais.

Baseando-se nesta pequena análise acima, podemos afirmar que a bateria de íons de lítio é mais sustentável do que as baterias convencionais, uma vez que elas contêm materiais seguros para serem reciclados, não agredindo assim o meio ambiente, e que sua vida útil é de 2 a 3 vezes maior do que as baterias de chumbo-ácido.

Pensando nisto, a Schneider Electric oferece um portfólio de baterias de íons de lítio à disposição de nossos clientes, e uma oferta de substituição de baterias de chumbo ácida (tradicional) por esta nova tecnologia, verificando a possibilidade de acordo com o equipamento.

A equipe de Serviços da Schneider está preparada para analisar e avaliar, e propor a melhor solução de substituição de baterias para o seu UPS, além de garantir a coleta e descarte ecologicamente apropriado das baterias antigas

Novos materiais para a instalações aparentes, uma evolução!

A opção por instalações aparentes ainda é uma alternativa muito pouco utilizada, sobretudo nas residências. Em construções de Campi Universitários, como da Fundação Universidade de Brasília, algumas indústrias com caraterísticas bem específicas, que não compromete a segurança sob diversos aspectos, com por exemplo, em locais cuja exposição de instalações elétricas não é recomendada. Nunca podemos esquecer do chamado rompimento do arco elétrico, que um fenômeno físico físico sempre presente, quando se abre e fecha um circuito. O cuidados são equipamentos providos de câmaras de extinção de arco elétrico que sigam rigoroso projeto em aderência pelo menos às normais técnicas que tratam desse importante requisito técnico. No que tange especificamente sobre a opção por instalações aparentes, com obediência às citadas condicionantes de segurança, vejo como um passo importante para facilitação das intervenções de manutenção por antecipação que é aquela que os livros não a designam culturalmente, mas é uma das mais importantes, pois ela é pensada no desenvolvimento dos projetos hoje nos aplicativos da informática (softwares) . Antes se daria na famosa e tradicional prancheta. As manutenção preditivas; preventivas e corretivas, pois, é óbvio que a acessibilidade pela intervenções de manutenção são sobejamente privilegiadas. As instalações da geração fotovoltaica já possui um perfil que se adéqua a opção pela aparente e, portanto, material de boa qualidade ajuda a disseminá-la ainda mais.

Um grande preocupação para ABNT.

A ABNT tem que ver com urgência uma norma que seja atual na que se refere a grande expansão da geração solar fotovoltaica. Embora já aja a norma 16690. Há disseminação na internet de publicação por gente que não tem habilitação para fazê-la. Pesquisas apontam que os defeitos em módulos fotovoltaicos 40% são devidos a raios e portanto um projeto de SPDA, aterramento e equipotencialização devem ser desenvolvidos por profissionais com sólidos conhecimentos sobre o tema. Um outro dado de suma importância. Os arcos elétricos em corrente contínuo submetem as instalações a um perigo de incêndio muito maior do que em corrente alternada. Portanto, instalações fotovoltaica, mal executadas têm maior potencial de provocar incêndio. Eng e professor; mestres em Ciência de Engenharia Elétrica – Sistema de Potência – COPPE/UFRJ – ávido por conhecimento sobre o assunto!

A bola está o Congresso Nacional!

A bola está com o Congresso!
Uma análise simples do orçamento elaborado pelo governo federal, a ser encaminhado ao Congresso Nacional, fica evidenciado a importância que dá áreas, cujo senso comum, considera-as prioritárias. Vamos ao tema! Saúde – R$128 bilhões; educação – R$102 bilhões; direitos humanos – R$249 milhões; meio ambientes – R$2,2 bilhões e, pasmem! defesa – R$108 bilhões, um valor maior do que o setor educacional. Um país que se quer tem qualquer ameaça de conflitos com países vizinhos e outros contenciosos. É assim que pretendemos sair das posições de lanterninhas dos exames internacionais e periódicos do PISA realizados pela OCDE ( Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), os quais avaliam o aluno do ensino básico quanto ” à habilidade em obter informações de um texto, usar a matemática no cotidiano e entender fenômenos científicos”? Há ainda tempo do Congresso corrigir essa anomalia!

Porque da Opção?

Por que da opção?
Na sua campanha antecipada pela reeleição, agora como opção prioritária e preferencial pelo norte e nordeste, o presidente Bolsonaro inaugura, hoje, a usina termoelétrica Porto de Sergipe, com a utilização de gás importado. A pergunta que se faz: O que é feito do nosso gás natural associado dos poços de petróleo? A além dessa incongruência, os compêndios de estudo sobre esse tipo de usina mostram com exaustão que não é a melhor opção em termos de custos de geração do MWh e correção quanto aos menores impactos no meio ambiente. A estranheza é ainda maior quando as fontes alternativas e renováveis de energia como a eólica que tem um excelente potencial nessas regiões e a geração solar fotovoltaica que cresce no nosso país em torno de 2 a 3 vez por ano.Essas fontes de energia podem ser grande utilizada nos períodos secos devido à alternativa bastante interessante de utilizá-las para atender a base elétrica do Sistema Interligado de Energia, beneficiando na compensação do acúmulo de água nos reservatórios das regiões Sul e Sudeste. Brasil um país estranho!

Mesmo com todas as contradições, não podemos desperdiça o nosso potencial!

Os acontecimentos no contexto mundial, ao longo dos séculos, mostram-nos que a História não admite saltos e é desta forma também que se dá a evolução de uma Nação do estágio em desenvolvimento para a condição de uma Nação considerada de primeiro mundo, no que tange aos aspectos sociais; econômicos; estabilidade política e, sobretudo, educacional etc. Cada País tem suas peculiaridades, e o Brasil, com seus 520 anos de história, teve como limiar, para a consolidação de seu imenso território e desenvolvimento, as Capitanias Hereditárias, cuja implantação com seus respectivos benefícios e/ou, digamos, malefícios, são motivos de grande controvérsia nos meios acadêmicos, onde se concentram os grandes estudiosos desse assunto, e também, de outros segmentos formadores de opinião. É inexorável que somos uma Nação privilegiada pela “Mãe Natureza”, com extensa costa marítima e uma capilaridade de rios navegáveis invejável; planícies e montanhas verdejantes; fauna e flora que nos concedem uma biodiversidade ímpar, portanto, sem similar no Universo; um clima predominantemente tropical e hospitaleiro; sem registros de grandes eventos de intempéries da Natureza, como terremoto, maremoto, raros vendáveis classificados de considerável intensidade. Ou seja, temos tudo para vislumbrarmos uma futuro promissor para o Brasil. Mas, como tudo não são flores no caminho de um ser humano e também de um Nação, vivemos momentos espasmódicos de evolução e retrocesso. Algumas  das causas, desses instantes de retrocesso que presenciamos, são de simples diagnóstico, e, sem maiores pretensões, nos arvoramos em apontá-las: 1ª) Uma perversa distribuição de renda que reproduz, em escala menor, os números que impressionam de que 85 pessoas mais ricas do mundo acumulam riqueza equivalente à metade da população mundial, ou seja, 3,5 bilhões de cidadãos. Ou, por um outro ponto de vista: 1% dos mais ricos tem renda semelhante a 50% da mundial e os “restantes” 99% absorvem os outros 50%. O País mais justo em termos de distribuição de renda é a Holanda, seguida dos Países Nórdicos. Pasmem!, Os Estados Unidos, paradigma do capitalismo, têm uma distribuição um pouco melhor do que a brasileira, uma das piores no contexto mundial. 2ª) O sistema educacional, que abrange os ensino fundamental; médio e superior, eternamente mergulhado em uma crise, tem um diagnóstico desalentador. É só verificar o desempenho pífio de nossos estudantes no PISA ( Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes do Ensino Básico) que é coordenado pela OCDE ( Organização para Coordenação e Desenvolvimento Econômico), ambos na sigla em inglês. Aguardemos o resultado dos novos exames, já realizados. No já citado Ensino Superior, o panorama também não é animador. Hoje, nesse meio acadêmico que se pressupõe que existe para a formação de recursos humanos de alta qualificação, vive, ciclicamente, paralisações, e percebam o absurdo, com uma pauta contendo reclamações que vai das carências prevalentes de recursos financeiros para as atividades fins de ensino e pesquisa, até às corriqueiras, porém necessárias e indispensáveis funções meios, de higiene e limpeza e segurança. 3ª) Infraestrutura que compreende as rodovias; aeroportos, neste caso com algumas melhoras em virtude do evento da Copa de 2014; ferrovias, em estados lastimável,  e portos, os quais clamam por projetos de modernização, objetivando diminuir os chamados custos Brasil. No caso especial dos portos, sabemos que o País possui cerca de 8.000 Km de vias navegáveis, incluindo as rotas marítimas e fluviais e, portanto, não é compreensível que este privilégio concedido pela Natureza não é devidamente explorado em toda a sua potencialidade com a abrangência e a prioridade adequadas. A moderna tecnologia de automação disponível em navios de porte médio e grande e suas velocidades de deslocamento tornam bastante atrativos esses tipos de transportes em termos de custos e segurança das cargas deslocadas quando confrontado, principalmente, com o terrestre. 4ª) A segurança, outra demanda considerada prioritária pela sociedade, apresentam números estarrecedores, típicos de uma Nação envolvida em contenciosos de guerras. As causas tem merecido profundos diagnósticos de cientistas sociais; sociólogos; antropólogos e exige solução polêmica e de grande complexidade. 5ª) O Sistema de Saúde, cujo modelo SUS representa, sob a nossa modesta opinião, um dos mais desenvolvidos do mundo e que vem se destacando no combate à Covid-19 é objeto de intensa discussões para encontrar solução para obter recursos para financiá-lo, mas todos sabemos que a má gestão das unidades hospitalares é a tônica que predomina.  Há muitos países que já adotaram um gerenciamento profissional, com a formação de Recursos Humanos em Administração Hospitalar, com nível de pós-graduação. Existe vasta bibliografia internacional sobre áreas de conhecimento de gestão de empreendimentos aplicadas a esse segmento de suma importância, com realce, para as camadas mais pobre da população. Não se trata de uma visão que prioriza a privatização do setor, pelo contrária, busca sim melhorar sua eficiência e eficácia, com a implantação de modernas metodologias de gestão dos tributos e contribuições que são recolhidos dos cidadãos em prol da Saúde Pública. 6ª) O País necessita de líderes nos segmentos das Casas Legislativas dos níveis Municipais; Estaduais e Federal e nos poderes executivos que tenham uma postura de estadistas, figura que há décadas a Nação carece, de modo que possa enfrentar, sem maiores traumas, essa quadra difícil que na economia e na política o Brasil está experimentando. Não podemos também menosprezar o fato de que o Congresso Nacional e o Legislativo representam um síntese da sociedade brasileira. 7º) Como é indispensável que se tenha uma ótica otimista para superar quaisquer momentos de dificuldades, citamos a existência de Instituições que nos causam um certo alento como: A Embrapa ( Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) que nos coloca como um País líder no Agronegócio e celeiro no contexto mundial; Embraer ( Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A.) que constrói Aviões comerciais; executivos; agrícolas e militares de alta tecnologia embarcada e tem grande respeitabilidade no segmento no mundo; Fundação Oswaldo Cruz ( Fiocruz) que faz pesquisa de ponta  no desenvolvimento de fármacos, principalmente, no combate às doenças tropicais que afetam a nossa população mais carentes de recursos financeiros e que também desempenha um papel suma importância no desenvolvimento e fabrico de drogas e vacinas para o combate à pandemia que vitima toda a humanidade. 8º) Saibamos explorar mais um benefício da Natureza, que nos contemplou com uma matriza energética predominantemente renovável, com destaque a Eólica e a Solar Fotovoltaica. Como epílogo, como sonhar não é proibido e sem pieguice, desejamos que a nossas Escolas sejam acolhedoras; uma fábrica de cidadãos cônscios de seus direitos e deveres. Aquelas que tenham o tratamento de joia rara no seio de uma comunidade; onde o clima predominante seja o respeito  à figura do Professor; que nos conduzam aos primeiros lugares no ranking do desenvolvimento humano e da educação, portanto, que nos tornem verdadeiros e orgulhosos campeões mundiais e olímpicos. As Escolas dos nossos sonhos sejam aquelas que valorizem a vida e respeitem as diferenças e que vejam na família a protagonista para a formação de uma sociedade que dignifique a honradez e a ética nas relações humanas. Sejam aquela que tenham nos seus murais: ” Brasil é o primeiro em educação e em desenvolvimento humano no cenário mundial.”